Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Diário de Leituras

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

Diário de Leituras

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

17
Abr17

Killers of the Flower Moon - David Grann

1

In his new book, Killers of the Flower Moon, David Grann describes how white people in the area conspired to kill Osage members in order steal their oil wealth, which could only be passed on through inheritance. "This was a culture of complicity," he says, "and it was allowed to go on for so long because so many people were part of the plot. You had lawmen, you had prosecutors, you had the reporters who wouldn't cover it, you had oilmen who wouldn't speak out, you had morticians who would cover up the murders when they buried the body, you had doctors who helped give poison to people." 

 

Inspiração

 

17
Abr17

DEMOCRACIA - Alecos Papadatos, Abraham Kawa e Annie Di Donna

democracia

Mais um mimo da minha biblioteca pública. Há muito que tinha esta novela gráfica no meu radar. 

Democracia é uma ficção baseada em factos históricos, concretamente sobre as origens da democracia na Antiga Grécia. Um bocadinho de história, um bocadinho de filosofia e cores fantásticas.

O que surpreende neste livro é a sua actualidade. Diariamente somos confrontados com o significado da democracia nas nossas vidas e nas suas limitações.

No final do livro, há pequenos resumos e notas biográficas de algumas personagens historicas. Confesso que teria preferido começar por aí, sem prejuízo de isso revelar alguns detalhes do enredo. Mas quando de trata de romances históricos, prefiro sempre estar bem ciente da diferença entre ficção e factos. 

09
Abr17

Este país

A dúvida que ainda tenho é saber se continua a passar-se alguma coisa no país, mesmo que tenhamos passado por uma revolução, por uma contra-revolução, e por marés em que direita e esquerda vão mantendo a ilusão de um ciclo lunar, umas vezes com a ideologia mais baixa, deixando ver na areia da política todo o lixo que os petroleiros vão limpando dos seus depósitos, ao longo da nossa memória do que foi a revolução, que já foi, Deus a tenha em bom recato, e aos livros subversivos também, que hoje já não valem nada, nem sequer em feiras de alfarrábios.

O anjo da tempestade
Nuno Júdice

 

 

04
Abr17

Poesia no lado prosa

 

Embora me pareça que não haja uma única eternidade, mas muitas mais, e em cada uma teremos de levar nova vida mortal não tanto para reparar, como para repetir, os erros que cometemos nalguma outra, porque é nossa essência sermos o que somos, sem margem para profunda reparação.

 

Ler Nuno Júdice é ir embalada pela linguagem, em vez de pela história.