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Diário de Leituras

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

Diário de Leituras

27
Set15

Inspiração para jovens leitoras

Guardo religiosamente as ofertas de livros de contos ou de pequenas novelas do Jornal de Notícias. São uma fantástica introdução em alguns autores e um mimo para andar na carteira.

Esta colecção em particular incluía alguns títulos compilados para determinadas faixas etárias. São pequenos contos, por vezes com menos de uma página e sempre anedóticos. 

Espero que estas ofertas voltem. 

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27
Set15

O que fica da literatura portuguesa ensinada na escola?

No prólogo da Selecção de Lendas e Narrativas de Alexandre Herculano:

Influenciado pela cultura inglesa, francesa e alemã, e especialmente pela leitura de Walter Scott e Victor Hugo, os ideais românticos vão prevalecer na obra de Alexandre Herculano após o exílio.

 

A minha primeira pergunta é: que exílio? Alexandre Herculano esteve exilado? Porquê?

 

Dos tempos de escola, pouco ficou. Recordo-me vagamente das leituras dos autores obrigatórios. O amor por Eça, o único que se manifestou muito cedo, só aconteceu fora das aulas. 

É trágico, se pensarmos bem, que raramente se ouça de jovens que estes se apaixonaram por um autor em ambiente de aulas. Por isso admiro muito o esforço que os jovens booktubers portugueses têm feito para ler e divulgar obras do Plano Nacional de Leitura. 

Foi por causa destes que decidi reler as Viagens da Minha Terra de Almeida Garrett, aquele que me recordo como o mais odiado. Sei que não sou a mesma leitora que era há 25 anos. Agora tenho consciência do peso do "minha terra", já viajei um pouco por este país.

Será que 25 anos depois, a leitora que sou ainda acha o Viagens da Minha Terra uma seca?

25
Set15

A correr para Outubro!

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Amanhã saberei se a Lolita vai ser substituída pela Jane Eyre, mas já estou a correr para Outubro.

Na minha secretária já aguardam, sem qualquer ordem de entrada ou saída:

 

Mary Shelley - Frankenstein [Biblioteca municipal]

Rachel Queiroz - O quinze [Biblioteca municipal]

Vladimir Nabokov - Lolita [Biblioteca municipal]

Rebecca Skloot - A vida imortal d Hentietta Lacks [Biblioteca municipal]

Carlo Ginzburg - A micro-história e outros ensaios [Biblioteca municipal]

Alexandre Herculano - Selecção de lendas e narrativas 

Almeida Garrett - Viagens da minha terra

 

E para terminar em Setembro:

Robert Galbraith - Quando o cuco chama [Biblioteca municipal]

Flannery O´Connor - Um diário de preces [Biblioteca municipal]

25
Set15

Preciso de ajuda!

Estou a tentar diversificar a minha leitura participando no desafio The Book Riot 2015 Read Harder Challenge. Uma das tarefas é ler sobre ou por um autor indígena

 

Ao ver o vídeo publicado recentemente, apercebi-me que me estava a esquecer do que é frequentemente esquecido em Portugal: a realidade histórica do que foram os descobrimentos para os indígenas dos países ocupados/pilhados. 

 

Por isso, procuro um bom livro sobre o tratamento de africanos ou indígenas brasileiros, por portugueses. Poderá ou não ser sobre a escravatura, de ficção ou não ficção. Porém, se de ficção, bem sustentado em factos históricos, bem contextualizado.

 

Têm recomendações?

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