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Diário de Leituras

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

Diário de Leituras

18
Jul18

Curtas literárias 18.07.2018

1.

Lidos e a ler

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Finalmente consegui comprar um exemplar usado do Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, para oferecer a uma das minhas sobrinhas.

Naturalmente, li-o de imediato. Não tem a magia a que a saga nos habituou, mas ainda assim é uma leitura que não poderia deixar de fazer. Foi delicioso. Agora estou mortinha por entregar o livro à minha sobrinha.

 

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Em casa, estou a ler o Armas, Germes e Aço; na rua o Ficções. É que o primeiro tem 663 páginas e não é muito portátil.

Porém, como livro de rua, o Ficções não é muito bom. Implica uma concentração que eu não consigo ter com o ruído à minha volta. Na rua, claramente necessito de um livro de digestão mais simples.

 

2.

Notícias

Os Maias deixam de ser de leitura obrigatória no secundário [Público]. O único que gostei.

 

3.

Prémios Literários 

 

Lembram-se do prémio que não é Nobel? Afinal também há um que não é Booker. 

Not the Booker prize 2018: nominate your favourite book of the year [The Guardian Books]

 

 

E por falar em prémios, o livro vencedor do Prémio Shirley Jackson é The Hole de Hye-young Pyun, uma autora da Coreia do Sul. 

Prémio Shirley Jackson pretende destacar literatura do suspense psicológico, do horror e da  fantasia sombria. 

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The lottery - Shirley Jackson - Adoro!

Hye-young Pyun on the Role of Suspense in Storytelling (para ler sobre a vencedora e a obra)

 

4.

Entrevistas

Anuradha Roy: ‘Inequality in India has never been more catastrophic' [The Guardian Books]

Janne Teller: “E se Portugal estivesse em guerra. Para onde ias tu?” [Público]

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Janne Teller faz uma experiência provocadora: vira do avesso a atual crise de migrantes e faz de nós os refugiados. Faz-nos ver como se sente alguém que é obrigado a fugir do seu país, a ser exilado e a lutar pela sobrevivência num país estrangeiro. 
Neste conto, a Europa desintegrou-se devido à guerra e o único ponto do globo que está em paz e é acessível é o Médio Oriente. Seguimos a fuga de uma família comum e vemos a sua vida de refugiados através do seu filho de 14 anos.

 

5.

Crónicas

Pseudónimos literários, Jacinto Rêgo de Almeida [Jornal de Letras

 

6.

Compras

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Foi o que me pediram, porque o que gostei mesmo foi o Rosa Meira, engenheira. Isto, sem querer desdenhar do anterior, que não li. 

Mas aquele título e aquela capa... a sério...

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O pormenor do lenço é G-E-N-I-A-L.

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