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Diário de Leituras

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

Diário de Leituras

24
Mai18

Curtas literárias 24.05.2018

1. 

O prémio Man Booker International deste ano foi atribuído à polaca Olga Tokarczuk, pelo livro Flightsque não me parece que tenha obra publicada em Portugal.

O prémio é dividido com a tradutora Jennifer Croft.

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Revista grátis nº 1

Os atrevidotes da revista Bang! (página em construção), na segunda página do seu 24º número, dizem-me "sem falsas modéstias, acredito que tem nas mãos um dos melhores números de sempre da revista Bang!" e eu penso: olha que lata! 

E não é que eles tinham razão? Recomendo vivamente.

A revista é de distribuição gratuita nas FNAC, ou pelo menos foi aí que encontrei a minha. 

 

3.

Revista grátis nº 2

Além da minha, levei mais 2 exemplares da revista Estante (distribuição gratuita nas FNAC), para a sala de espera de um hospital. Espero que a Fnac não se importe com os meus "furtos" bem intencionados.

 

 

4. Livros no meu radar:

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Um de Nós Dorme -  Josefine Klougart

Inspiração 

 

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Tu Não és Como as Outras Mães - Angelika Schrobsdorff

Inspiração: a capa e a resenha: 

Enquanto jovem mulher, Else, uma menina mimada da burguesia de Berlim, fez duas promessas a si mesma: viver a vida intensamente e ter um filho de todos os homens que amasse.

"Tu Não és Como as Outras Mães" é a história real dessa vida intensa, extravagante, inconformista que foi a de Else Kirschner, uma mulher verdadeiramente livre, e uma mãe diferente de todas as outras. Nascida na conservadora burguesia judia de Berlim, Else estava prometida para casar com um bom partido. Mas os encantos de um artista cristão - «o maior amor e pior partido da sua vida» - foram o trampolim que procurava para renunciar ao conforto da casa paterna e ser dona do seu destino num mundo cheio de promessa. Corriam os loucos anos vinte, dias efervescentes numa Berlim que parecia a capital do mundo, um tempo irrepetível de cultura, esplendor e liberdade. Else vivia no centro dessa boémia, incapaz de suspeitar que uma ameaça arrepiante cercava inexoravelmente a sua família. Quando as sombras do Nacional Socialismo tingiram a Europa de negro, Else, judia, teve de fugir com a família da cidade que tanto amava. No exílio, na Bulgária, tudo é miserável, tudo é muito pouco quando comparado com a primeira vida. Nessa segunda vida, Else arrepender-se-á de não ter protegido a família da calamidade, que se revela trágica para alguns.

Esta é a história de uma vida maior que a vida, um retalho de História extraordinário. Quem nos conta a história é Angelika Schrobsdorff, importante escritora de origem alemã. Era filha de Else e demorou quinze anos a pôr no papel a história da mãe, sem sentimentalismo mas com o amor e a admiração inevitáveis, criando um pedaço de grande literatura, um clássico do nosso tempo. 

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