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Diário de Leituras

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

"O regresso à cultura. Sim, autenticamente à cultura. Não se pode consumir muito se se fica tranquilamente sentado a ler livros."

Diário de Leituras

22
Ago18

Jacques Futrelle

Por vezes surgem intersecções curiosas entre livros.

 

 

Da minha caixa de vampiros, havia retirado um policial: O caso das bandejas de oiro de Jacques Futrelle, tendo-o colocado junto do meu exemplar de Os 3 Mosqueteiros.

 

O motivo?

A história começava com um baile extravagante de máscaras, em que se incluiam Cardeal de Richelieu, D´Artagnan e o resumo referia "a intervenção da Máquina Pensante - um dos mais célebres detectives de toda a Literatura Policial".

Ora eu, que nunca tinha ouvido falar dele, achei por bem apressar-me na leitura.

 

Diz a wikipédia que Jacques Futrelle, que morreu no Titanic

passageiro da primeira classe, se recusou a embarcar em um bote salva-vidas, insistindo que sua esposa embarcasse, a ponto de forçá-la para dentro de um deles. Sua esposa lembra-se da última vez que o viu: ele estava fumando um charuto no convés com John Jacob Astor IV. Futrelle pereceu no Atlântico Norte e seu corpo nunca foi recuperado.

 

Ou seja, o nosso autor parece ter sido mais herói que um qualquer mosqueteiro fanfarrão.